No passo desconhecido entendo o que sou
e talvez para onde vou,
entendo a confusão,
entendo o engano.
Olho para o que passou e
quisera eu que meus olhos fitassem o horizonte adiante,
quisera eu encotrar a Vida todos os dias,
em todos os olhos,
em todos os seres.
11 de dezembro de 2009
9 de setembro de 2009
Toda paixão,
Toda bela paixão
Nasce de um encantamento.
Nos torna possíveis
E viver não já é tão improvável,
Até parece belo,
Cômodo,
Até aparece não doer,
Mas dói.
Como um caminho diário
Olhando sempre para o outro lado do vidro,
Outro lado da linha.
Às vezes só existindo.
Seria tão belo,
Seria tão vida,
Mas não para estes olhos,
Não para esta pele
Toda bela paixão
Nasce de um encantamento.
Nos torna possíveis
E viver não já é tão improvável,
Até parece belo,
Cômodo,
Até aparece não doer,
Mas dói.
Como um caminho diário
Olhando sempre para o outro lado do vidro,
Outro lado da linha.
Às vezes só existindo.
Seria tão belo,
Seria tão vida,
Mas não para estes olhos,
Não para esta pele
15 de agosto de 2009
Se estou sem esperanças
Ou se essas me falham,
É porque o brilho dos olhos teus
São por olhos que não são meus.
As trilhas dos teus passos
Meus pobres pés não poderão seguir.
Meus ouvidos não podem te ouvir.
E meu coração continuará batendo
Ora descompassado, ora deslumbrado,
Por fim ciente de que as tuas batidas são de outro compasso.
Ou se essas me falham,
É porque o brilho dos olhos teus
São por olhos que não são meus.
As trilhas dos teus passos
Meus pobres pés não poderão seguir.
Meus ouvidos não podem te ouvir.
E meu coração continuará batendo
Ora descompassado, ora deslumbrado,
Por fim ciente de que as tuas batidas são de outro compasso.
13 de agosto de 2009
Mundo,
Me leva
Nos teus
Passos tortos
Pelos sonhos
Dos vagabundos
Da noite perdida
Na tentativa
Desesperada
De fugir
Da morte
De cada dia.
E tentar evitar
Os lábios
Do desespero
E da insanidade.
Conseguir te buscar
Na imensidão do mar
E te amar
Além do que poderia sentir.
Te amar e sentir os teus lábios
Sentir o teu corpo.
E seguir
Em mim
Sem você
Com a certeza
Da morte de hoje,
Que ainda não me alcançou.
Me leva
Nos teus
Passos tortos
Pelos sonhos
Dos vagabundos
Da noite perdida
Na tentativa
Desesperada
De fugir
Da morte
De cada dia.
E tentar evitar
Os lábios
Do desespero
E da insanidade.
Conseguir te buscar
Na imensidão do mar
E te amar
Além do que poderia sentir.
Te amar e sentir os teus lábios
Sentir o teu corpo.
E seguir
Em mim
Sem você
Com a certeza
Da morte de hoje,
Que ainda não me alcançou.
30 de junho de 2009
Nestes dias caminhando
Por belezas tão raras
Passeando por sentimentos
Tão belos e frágeis
Acreditando em mentiras
Mentindo para acreditar
E mesmo o sentimento quase puro me entorpece
E não penso, e não sou, e não faço
Quase alguma coisa
Quase algum sentimento
Quase alguma verdade
Quase um mundo dentro de mim
Que não nasceu
Quase uma vida se revelou
E esvaneceu
Quase me encontro
E estou perdido
Quase encontro os teus olhos
Mas preciso fugir
Fugir de todo o belo
Fugir de toda a vida
E não te encontrar
Por um momento
Quase completo
E quase amo
Quase
Por belezas tão raras
Passeando por sentimentos
Tão belos e frágeis
Acreditando em mentiras
Mentindo para acreditar
E mesmo o sentimento quase puro me entorpece
E não penso, e não sou, e não faço
Quase alguma coisa
Quase algum sentimento
Quase alguma verdade
Quase um mundo dentro de mim
Que não nasceu
Quase uma vida se revelou
E esvaneceu
Quase me encontro
E estou perdido
Quase encontro os teus olhos
Mas preciso fugir
Fugir de todo o belo
Fugir de toda a vida
E não te encontrar
Por um momento
Quase completo
E quase amo
Quase
23 de maio de 2009
9 de setembro de 2008
17 de agosto de 2008
25 de julho de 2008
Viver:
período de uma dolorosa adaptação
à outra.
Talvez quiséssemos mais,
talvez quiséssemos extrapolar,
talvez quiséssemos tocar o impossível,
o impalpável,
o que de tão real é invisível aos olhos,
de tão verdade incompreensível:
deus talvez,
amor,
a linha fina da sanidade.
Viver,
equilíbrio constante:
de um lado a loucura,
do outro o desconhecido.
Tocar nos dois.
Viver.
Reuni
protagonista e antagonista,
sim e não,
luz e trevas,
positivo e negativo.
Ser humano.
Ser louco.
Ser divino:
deus em potencial.
Demônio a cada dia.
período de uma dolorosa adaptação
à outra.
Talvez quiséssemos mais,
talvez quiséssemos extrapolar,
talvez quiséssemos tocar o impossível,
o impalpável,
o que de tão real é invisível aos olhos,
de tão verdade incompreensível:
deus talvez,
amor,
a linha fina da sanidade.
Viver,
equilíbrio constante:
de um lado a loucura,
do outro o desconhecido.
Tocar nos dois.
Viver.
Reuni
protagonista e antagonista,
sim e não,
luz e trevas,
positivo e negativo.
Ser humano.
Ser louco.
Ser divino:
deus em potencial.
Demônio a cada dia.
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